
Vitória · Vila Velha
O acolhimento que conecta.
A ciência que transforma.
Especialistas no desenvolvimento infanto-juvenil — com cuidado para todas as idades. Fonoaudiologia, psicologia e neuropsicopedagogia, jogos terapêuticos para continuar em casa e a evolução acompanhada pelo seu celular. Em Vitória e Vila Velha.
+170
famílias acompanhadas
+1800
atendimentos em 2026
4
especialidades integradas
2
unidades na Grande Vitória
Como podemos cuidar de você
Quatro especialidades que conversam entre si — especialistas no desenvolvimento infanto-juvenil, cuidando de todas as idades.
FonoaudiologiaFala e linguagem no tempo certo
Seu filho troca sons ao falar, demora a formar frases ou tem dificuldade pra ler? A gente investiga e trata.
Ver todos os serviços
- Avaliação de fala e linguagem infantil
- Terapia de fala e linguagem
- Terapia de fala com método PROMPT
- Terapia para gagueira
- Avaliação e terapia de disfagia
- Terapia para seletividade alimentar infantil
- Teste da linguinha (avaliação do frênulo lingual)
- Terapia de linguagem para adultos (afasia)
- Terapia de leitura e escrita (dislexia)
- Terapia para DTM e dor na mandíbula
- Fonoaudiologia na amamentação
- Visita técnica escolar
AudiologiaO cérebro por trás da audição
Da avaliação do processamento auditivo (PAC/TPAC) ao zumbido — entender como se ouve muda como se aprende.
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- Avaliação do processamento auditivo central (PAC)
- Reabilitação do processamento auditivo central (TPAC)
- Imitanciometria
- Estimulação neuroauditiva SENA©
- Avaliação e terapia do zumbido
- Avaliação e terapia para hiperacusia
- Avaliação e terapia para misofonia
PsicologiaEmoções também se acolhem
Suporte psicológico integrado ao cuidado fonoaudiológico.
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- Intervenção ABA para autismo (TEA)
- Orientação parental
- Atendimento psicológico (psicoterapia)
NeuropsicopedagogiaAprender pode ser mais leve
Dificuldades escolares investigadas de perto, com plano de apoio real.
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- Avaliação e intervenção neuropsicopedagógica
Não sabe por onde começar?
Responda 5 perguntas rápidas e descubra com qual especialidade vale conversar. Leva 1 minuto.
Para quem é o cuidado?
A terapia não termina quando a sessão acaba
- 1
No consultório
Atendimento próximo, com plano terapêutico individual e metas claras.
- 2
Em casa
Jogos terapêuticos criados pela nossa equipe para praticar brincando — alguns feitos sob medida para cada criança.
- 3
No seu celular
Você acompanha sessões, acertos e evolução pelo portal da família, sem depender de relatório impresso.
Experimente um jogo

Brinque como nossos pacientes praticam em casa — escolha um jogo:
Portal da família
Evolução da Alice 🌟
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jogos
Ilustração com dados fictícios · Resumo
"Cada atividade é escolhida com base em resultados reais, não em achismo."
O que nos torna referência
Nossas especialidades
Processamento Auditivo (PAC/TPAC)
Seu filho escuta, mas parece não entender — principalmente no barulho? Avaliação completa do PAC, reabilitação com metas individuais e estimulação neuroauditiva com o software SENA©, conduzidas por audiologista especialista.
Falar sobre issoMétodo PROMPT
Técnica internacional de estímulos táteis na face que reorganiza os movimentos da fala — indicada para trocas persistentes e apraxia. A Natália é aplicadora certificada.
Falar sobre issoIntervenção ABA
Análise do Comportamento Aplicada para crianças com TEA e deficiência intelectual — fonoaudiologia e psicologia trabalhando no mesmo plano, com a família no centro.
Falar sobre issoLinguagem & Aprendizagem
Especialização em distúrbios de aprendizagem e atuação educacional: da consciência fonológica à dislexia, com plano que conversa com a escola.
Falar sobre issoMétodos e formações que guiam o nosso cuidado
Quem cuida de você
O Instituto Inspirar nasceu do desejo do casal Natália e Douglas de unir o que cada um tem de melhor: o acolhimento que conecta e a ciência que guia. Ao lado da psicologia e da neuropsicopedagogia, olhamos para cada paciente por inteiro.

Natália Laudisse dos Santos
Fonoaudióloga · Especialista em Linguagem
CRFa 6-9833
"O vínculo vem primeiro: criança acolhida é criança que evolui."
Formação completa ⌄
Fonoaudióloga graduada pela Universidade Vila Velha (UVV), aplicadora do Método PROMPT (Prompts for Restructuring Oral Muscular Phonetic Targets), especialista em Linguagem com Ênfase nos Distúrbios de Aprendizagem e na Atuação em Âmbito Educacional – CEFAC/Rio.
Pós-graduanda em Intervenção da Análise do Comportamento Aplicada (ABA) para TEA – Transtorno do Espectro Autista e Deficiência Intelectual – CBI of Miami.
Desenvolve um atendimento diferenciado, baseado em evidências e em metodologias atuais, buscando oferecer os melhores recursos terapêuticos aos pacientes e, consequentemente, alcançar os melhores resultados em seu desenvolvimento.

Douglas Costa Pereira
Fonoaudiólogo · Audiologista
CRFa 6-9393
"Tecnologia e ciência a serviço de cada conquista — medida, não achada."
Formação completa ⌄
Fonoaudiólogo formado pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), especialista em Audiologia Clínica e Ocupacional pelo Centro de Especialização e Fonoaudiologia Clínica (CEFAC), com ênfase nos Transtornos do Processamento Auditivo Central (TPAC).
Seu olhar clínico é voltado para como a criança ouve, processa e interpreta o mundo sonoro ao seu redor, compreendendo o impacto direto disso na comunicação, na atenção e no aprendizado escolar. Para ele, investigar a audição vai muito além de um simples teste: é entender se o cérebro da criança está conseguindo decodificar com clareza os sons do ambiente e da fala, peça-chave para o desenvolvimento infantil completo.

Helder Souza
Psicólogo
CRP 16/5390
"Cuidar das emoções faz parte de cuidar da comunicação."

Emily Portella
Neuropsicopedagoga Clínica
CBO 2394-40
"Educação que transforma vidas."
Formação completa ⌄
Graduada em Letras Português/Inglês, com pós-graduação em Linguística e Ensino de Línguas e especialização em Neuropsicopedagogia Clínica.
Aprimoramento em Ciência Cognitiva da Leitura.
Atua como neuropsicopedagoga clínica, atendendo crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem.
Quem já viveu essa jornada
"Um lugar aconchegante e acolhedor! A Tia Tatá é um amor de pessoa, carinhosa, amorosa e super dedicada. Nasceu para fazer o que faz, e isso reflete nos resultados das crianças. Procuramos o Instituto por indicação da minha irmã — e foi um divisor de águas no desenvolvimento do meu filho. Nas primeiras sessões já foi um boom de novas palavras e repertório; agora, próximo da alta, chega a dar um aperto no peito seguir sem ela. Simplesmente amamos tudo no Instituto."
Perto de você, dos dois lados da ponte
Jardim Camburi
Vitória – ES
Av. José Maria Vivácqua Santos, 280 – sala 908 (Ed. Unique Mall), Jardim Camburi, Vitória – ES
Seg a Sex · 08h às 20h (almoço 12h–13h)
Praia de Itaparica
Vila Velha – ES
Rod. do Sol, 866 – 2º andar, Praia de Itaparica, Vila Velha – ES
Seg a Sex · 08h às 20h (almoço 12h–13h)
Conteúdo para famílias
Aprenda com a nossa equipe
Meu filho troca sons ao falar: é normal ou é hora de procurar ajuda?
Por Natália Laudisse dos Santos · CRFa 6-9833
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Meu filho troca sons ao falar: é normal ou é hora de procurar ajuda?
Por Natália Laudisse dos Santos · CRFa 6-9833
Tasa no lugar de casa. Lato no lugar de rato. Se você tem uma criança pequena em casa, provavelmente já ouviu — e já achou uma gracinha. E, na maioria das vezes, é exatamente isso: uma etapa normal do desenvolvimento da fala.
Cada som da nossa língua tem uma idade esperada para ser dominado. Sons como /p/, /b/ e /m/ vêm cedo; outros, como o /r/ e os grupos com duas consoantes (como pra e bli), podem levar até por volta dos 5 anos. Trocar sons dentro dessa janela faz parte do caminho.
Quando a troca merece atenção? Alguns sinais de que vale investigar com um fonoaudiólogo:
- A fala é difícil de entender até para a família, depois dos 3 anos;
- As trocas continuam após os 5 anos, ou a criança percebe e evita falar;
- Além de trocar sons, o vocabulário parece pequeno para a idade ou as frases não avançam;
- As trocas da fala começam a aparecer também na escrita, na alfabetização;
- Há histórico de otites de repetição — que podem afetar como a criança ouve os sons.
Um detalhe que poucos pais conhecem: às vezes a troca na fala tem raiz na audição — não na boca. Se a criança não percebe bem a diferença entre dois sons parecidos, dificilmente vai produzi-los diferente. Por isso, uma boa avaliação investiga o conjunto: fala, linguagem e processamento auditivo.
A boa notícia? Com avaliação certa e terapia no tempo certo, as trocas na fala têm ótimo prognóstico — e quanto mais cedo, mais leve e mais rápido é o processo (especialmente antes da alfabetização).
O que é Processamento Auditivo Central (PAC)?
Por Douglas Costa Pereira · CRFa 6-9393
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O que é Processamento Auditivo Central (PAC)?
Por Douglas Costa Pereira · CRFa 6-9393
Ele escuta perfeitamente — o exame de audição deu normal. Mas parece que não entende o que a gente fala. Se essa frase soa familiar, este artigo é para você.
Ouvir e entender são coisas diferentes. O ouvido capta o som; quem dá sentido a ele é o cérebro. O Processamento Auditivo Central (PAC) é justamente esse conjunto de habilidades: separar a voz da professora do barulho da sala, perceber a diferença entre pato e bato, guardar uma instrução de três passos, prestar atenção no que importa.
Quando o PAC não vai bem, a audiometria pode ser normal — e mesmo assim a criança se perde no que ouviu. Os sinais mais comuns:
- Pede oi?, o quê? ou para repetir, o tempo todo;
- Entende bem no silêncio, mas se perde em lugares barulhentos;
- Esquece ou embaralha instruções faladas;
- Dificuldade de atenção e desempenho escolar abaixo do esperado;
- Demora para responder, como se processasse com atraso.
Como se avalia? Com uma bateria de testes específicos, feita por audiologista, que mede cada habilidade auditiva separadamente — bem diferente do exame de audição comum. A partir do resultado, montamos o treinamento auditivo (TPAC): sessões com metas individuais que ensinam o cérebro a ouvir melhor, incluindo estimulação neuroauditiva com software especializado.
O impacto de tratar o PAC aparece onde mais importa: na escola, na leitura e na autoconfiança da criança — porque entender bem o que se ouve é a base de quase todo aprendizado.
Quando levar meu filho ao fonoaudiólogo?
Por Equipe Instituto Inspirar
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Quando levar meu filho ao fonoaudiólogo?
Por Equipe Instituto Inspirar
Não existe cedo demais para tirar uma dúvida sobre a comunicação do seu filho — existe avaliação no tempo certo. Um guia rápido pelos marcos de cada fase:
No primeiro ano: o bebê reage a sons e à voz da mãe, balbucia (mamama, bababa) e, perto dos 12 meses, arrisca as primeiras palavras. Dificuldade para mamar e engasgos frequentes também são assunto de fonoaudiólogo — desde a maternidade.
1 a 2 anos: o vocabulário explode. Por volta dos 18 meses esperamos várias palavras; perto dos 2 anos, as primeiras combinações. Se aos 2 anos a criança fala muito pouco ou nada, vale investigar — esperar destravar sozinho é o conselho que mais atrasa diagnósticos.
2 a 4 anos: frases cada vez mais completas e uma fala que pessoas de fora da família conseguem entender. Trocas de sons ainda são esperadas — mas fala ininteligível aos 3+ anos, frustração para se comunicar ou regressão (perder palavras que já falava) pedem avaliação.
4 a 6 anos: reta final dos sons da fala e início da consciência das letras e rimas — a base da alfabetização. Gagueira que persiste por mais de 6 meses, voz sempre rouca e trocas que não diminuem entram no radar.
7 anos em diante: o foco vira leitura, escrita e compreensão. Ler devagar demais, trocar letras na escrita, escutar mas não entender em sala barulhenta — aqui, muitas vezes o caminho passa pela avaliação do processamento auditivo (PAC).
Regra de ouro: na dúvida, avalie. Uma avaliação bem feita ou tranquiliza a família com segurança, ou encontra cedo o que seria muito mais trabalhoso encontrar tarde.
Seletividade alimentar infantil: quando o 'não gosto' merece atenção
Por Natália Laudisse dos Santos · CRFa 6-9833
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Seletividade alimentar infantil: quando o 'não gosto' merece atenção
Por Natália Laudisse dos Santos · CRFa 6-9833
Toda criança tem fases de "não quero". Mas quando o prato aceita só meia dúzia de alimentos, a hora da refeição vira campo de batalha e qualquer comida nova causa choro ou ânsia — isso já não é frescura, nem birra. Pode ser seletividade alimentar, e ela tem tratamento.
Qual a diferença entre "criança enjoada pra comer" e seletividade? A criança apenas exigente come pouco variado, mas aceita provar de vez em quando e come em contextos diferentes. Na seletividade, o repertório é muito restrito (às vezes menos de 15–20 alimentos), a recusa é intensa e consistente, e costuma seguir um padrão: só aceita certa textura (tudo pastoso, ou só crocante), certa cor, certa marca ou até certo formato de corte.
Sinais de que vale investigar:
- Repertório alimentar muito pequeno, que não cresce — ou que vem diminuindo;
- Recusa por grupos inteiros (nenhuma fruta, nada verde, nada misturado);
- Ânsia, engasgo ou vômito ao ver, cheirar ou tocar certos alimentos;
- Refeições muito longas, com estresse para toda a família — ou só na frente de tela;
- Dificuldade para mastigar: prefere engolir quase sem mastigar ou "estoca" comida na bochecha;
- Criança que só come se for a mesma marca, o mesmo prato, o mesmo preparo.
Por que a fonoaudiologia entra nisso? Porque comer envolve muito mais do que apetite: envolve as habilidades motoras da boca (morder, mastigar, mover o alimento, engolir com segurança) e o processamento sensorial (como a criança percebe textura, cheiro, temperatura e sabor). Quando alguma dessas peças não vai bem, recusar é a forma que a criança encontra de se proteger. Em crianças com TEA, essa hipersensibilidade sensorial é ainda mais comum — e merece um olhar especializado.
Como funciona o tratamento? Nada de forçar, esconder comida ou "deixar com fome que ele come". A terapia fonoaudiológica para seletividade trabalha em degraus: primeiro a criança tolera o alimento por perto, depois toca, cheira, prova — no ritmo dela, de forma lúdica e sem pressão. Em paralelo, trabalhamos as habilidades de mastigação quando necessário e orientamos a família sobre rotina e ambiente das refeições, que fazem metade do resultado.
Dicas que já ajudam em casa (e que não substituem a avaliação): mantenha o alimento recusado aparecendo à mesa sem obrigar a comer — a exposição repetida e tranquila conta muito; envolva a criança no preparo; evite substituir a refeição recusada por leite ou beliscos logo depois; e nunca transforme a comida em castigo ou moeda de troca.
Se as refeições na sua casa viraram fonte de angústia, procure ajuda. Com avaliação certa — e, quando preciso, em parceria com pediatra e nutricionista — a mesa volta a ser um lugar de encontro, não de guerra.
Guia da geladeira: Marcos da fala por idade
O que esperar em cada fase, de 0 a 5 anos — pronto para imprimir e colar na geladeira.
Abrir e imprimir grátis →Dúvidas frequentes
A partir de qual idade meu filho deve começar a falar?
As primeiras palavras costumam aparecer por volta dos 12 meses, e as primeiras combinações perto dos 2 anos. Se aos 2 anos a criança fala muito pouco ou nada, vale investigar — esperar “destravar sozinho” é o conselho que mais atrasa diagnósticos. Temos um guia completo por idades no nosso blog.
Como saber se a troca de letras na fala é normal ou precisa de fono?
Cada som tem uma idade esperada: trocas dentro dessa janela fazem parte do desenvolvimento. Sinais de alerta: fala difícil de entender após os 3 anos, trocas que persistem após os 5, ou trocas que começam a aparecer na escrita. Na dúvida, uma avaliação esclarece rápido.
Vocês atendem planos de saúde ou apenas particular/reembolso?
Não atendemos diretamente pelos planos de saúde: o atendimento é particular. Mas oferecemos todo o apoio para o seu reembolso — relatório detalhado e nota fiscal prontos para enviar ao seu plano. Fale com a gente que explicamos o passo a passo.
A partir de qual idade vocês atendem?
Desde bebês (incluindo apoio à amamentação e teste da linguinha) até adultos. Nossa maior especialidade é o desenvolvimento infanto-juvenil.
Como funciona a primeira avaliação?
É uma sessão de investigação: conversamos com a família, avaliamos as habilidades e devolvemos um plano claro do que faz sentido trabalhar — sem compromisso de continuidade.
Preciso de encaminhamento médico?
Não. Você pode procurar a avaliação fonoaudiológica, psicológica ou neuropsicopedagógica diretamente. Quando necessário, trabalhamos em parceria com o pediatra ou o médico que acompanha.
O que é a avaliação do processamento auditivo (PAC)?
É uma bateria de testes que avalia como o cérebro interpreta os sons — indicada quando a criança escuta, mas parece não entender, principalmente em ambientes barulhentos. É uma das nossas maiores especialidades.
Quanto tempo dura o acompanhamento?
Depende do objetivo de cada paciente. Definimos metas no plano terapêutico e acompanhamos a evolução com dados — a família vê o progresso pelo portal, e a alta é construída com transparência.
Os jogos em casa substituem a terapia?
Não — eles estendem a terapia. O jogo certo, escolhido pelo terapeuta, transforma o treino em brincadeira e acelera resultados, mas o acompanhamento profissional continua sendo o centro do cuidado.
Onde vocês atendem?
Em duas unidades: Jardim Camburi (Vitória) e Praia de Itaparica (Vila Velha). Os endereços completos e mapas estão logo acima.
Não achou sua dúvida?
